Para se compreender melhor este tipo de energia renovável, é necessário saber o que é e como se move o vento.

O vento é a consequência do deslocamento de massas de ar. Tal acontecimento é devido aos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e ainda influenciado por efeitos locais, tais como o relevo e a rugosidade do solo.

Existem diferentes tipos de ventos:

  • Ventos Globais – São os ventos que sobem desde o Equador até aos pólos circulando pelas camadas mais altas da atmosfera (30º de latitude). Estes ventos nunca alcançam os polos pois a uma latitude de 30º encontra-se uma zona de altas pressões, pelo que o ar começa a descer de novo;
  • Ventos de Superfície – São os ventos que se encontram entre a superfície terrestre e uma altitude de 100 metros;
  • Ventos Locais – São ventos que resultam da acção de condições climatéricas específicas, as quais lhes alteram a direcção e, por vezes, a intensidade, tornando-os “locais”;
  • Brisas Marinhas correspondem a um tipo de vento originado por uma diferença de temperatura entre superfícies próximas.  Quando o ar quente da terra sobre e circula para o mar, uma massa de ar fria desloca-se em sentido contrário, do mar para terra. Durante a noite, verifica-se a ocorrência de uma brisa terrestre, em que os ventos sopram em sentido contrário;
  • Ventos de Montanha são ventos que têm origem nos declines montanhosos. Quando a densidade do ar diminui devido ao seu aquecimento junto ao declive montanhoso, o vento frio sobe seguindo a superfície do declive, ao passo que o vento quente é obrigado a descer.

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